quarta-feira

A ideia é como o ato mais egoista perante uma flor, primeiro descarna-se, arranca-se da raiz, retira-se do que a faz crescer e depois, oh depois, depois são dezenas de soluções para a guardar para a eternidade, ainda que desfeita, ainda que morta, ainda que sem lhe poder tocar com medo que se desfaça... É a isso que sabe, ter uma flor, saber o que já foi e amá-la apenas por isso...

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