quarta-feira

a carta à ultima pessoa que beijaste

Filipe ('zinhÓ), (não se exaltem, eu não o trato pelo primeiro nome, não gosto, ponto final)
sem duvida que tinhas de ser tu a ultima pessoa que beijei hoje, foi um beijinho de despedida, de olhos fechados e sorriso pronto, foi, entre um abraço e outro, é, entre ''olhó Andrade'' e o ''Oh almoças comigo'', pois, é a rotina de despedida, quase. E eu gosto, mal de ti se não gostasse.
Mas na verdade esta carta é muito mais do que a carta à ultima pessoa que beijei, só porque ah e tal, foi a ultima pessoa que beijei. Não, esta carta é mais do que isso. E ando para escrever outra, uma outra só minha, bem e depois tua, algo SÓ NOSSO.
Algo onde pormenorizadamente vou dizer o quanto gosto de ti, o quanto porto de abrigo me és sem te dares conta, o quanto adoro o teu jeito de ser e me arrependo da frieza com que às vezes ajo (contigo), o quão insuportável posso ser e as explicações devidas, o quanto te amo e o quanto preciso de ti.
Isto aqui é quase um bilhete de porta de frigorífico, mas se algum dia leres isto, avisa-me.
Beijinho LY, Maria

bem agora já não és tu a ultima pessoa que beijei, mas sim a minha mãe, mas é como as chapadas, já lá está.

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