sábado

Homem da minha vida


hoje, não sei bem porque, decidi que era a ti que escrevia, a ti, meu qualquer coisa de pedaço de homem.
Cresci junto a ti e digo-te que não és nada bom exemplo, mas estás lá desde sempre, limpaste-me milhares de lágrimas, deste-me biliões de abraços e beijos, afagaste-me o cabelo sempre que era (des)necessário, falaste-me calmamente mas nunca soubeste ao certo o que dizias, foste irmão, amigo, amor, e admitamos que tiveste um quê de pai, o que não seria difícil relativamente ao modelo que eu tenho. Disseste coisa (raras e poucas) sábias. E gozas-te, gozas-te imenso, com carinho, com amor, com ternura. Eu era, eu sou e eu serei sempre a tua mascotezinha, a tua bebe, a tua boneca, a tua deficiente, e sei, sabemos e sabem, que serei sempre o teu primeiro amor. Porque já me disseste 'amo.te' mais vezes do que a qualquer namorada tua, já me disseste que sou eu a mulher da tua vida, por muitas que apareçam e por mais jeitosas que sejam.
Já me abriste os olhos, disseste que ninguém é perfeito, criticaste, deitaste abaixo e ensinaste a levantar.
Sabes que mais? Eu não sou de o dizer, já não sei exprimir ou espremer sentimentos, falar de amor e do que vai cá dentro, mas eu, Maria, gosto de ti, deixemos-nos de manhas porque eu amo-te, como quem não quer a coisa, nunca to disse directamente, mas tu sabes e saberás sempre.

Obrigado, mesmo muito obrigado Badido, da tua Nené, com amor, do grande :')

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